Sempre situado na lua
o amor e fome no vento
que amua sempre árduas
acesso antes de apagar
jade rasgando tecidos
a sorte aliviando as dores de
um corte amando o ódio virtual
numa manhã ancestral respirando
com medo
ancestral respirando
virtual
ès a sucessão do passado a constante do presente e o silêncio do futuro ès a palavra imaginada feita amor
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