a noite se repete a tristeza abafada
o medo de possuir demónios
nas veias se enrosca em forma de torpedo
no riacho da tua cela abraço o estômago
da realidade abrindo com a arma da
necessidade que berra de tal onda viciada
o esqueleto cravado em terras là para o
lado do oriente não há desgraça que permaneça
solitária aumentando o registo de infelicidade
que começa de forma literária e acaba transformada
em realidade

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