quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021

MEDO


 

Sinto o medo  a ir - se embora

como se nunca tivesse existido

de tão longe que està criar


como se uma  obra de arte

fosse uma questão de talento


o telhado ruiu prefiro não

compor solto 


a cada nenúfar que encontro

no lago e que a minha passagem

se tornam fontes  


como os troncos das árvores

se junto as nuvens  encontro

o sol surge o algodão


gosto do branco

dâ - me paz

 mas prefiro o vermelho

dos teus lábios

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porque eu te amo

ès a sucessão do passado a constante do presente e o silêncio do futuro ès a palavra imaginada feita amor