terça-feira, 16 de março de 2021

Os meus laços


 Os meus laços  são como as nuvens engenhos

mutantes os meus laços são como a nèvoa e a

tempestade com o rumo de praias de  ondas 

severas batidas  as manhãs de agonia nobre

 esperança .... a luz torturada dos candeeiros

nocturnos pouco ilumina ou mesmo nada


a luz e a claridade  pouco tem a ver

aliàs  com o que a alma regita

nas deambulações  que  intenta

pelos océanos mùltiplos  da vida

não se trata de caminhar dirigir ou

 rumar jamais serà uma questão de

 aqui ou ali ...

O RUMO


 Afinal sò procurei  aquela que me afastou e fez - me

diferente aquela em que os outros me julgam contente

os meus laços são nas horas desconexas da  madrugada

que os encontros são nas fontes cristalinos das orlas

  malditas que os perssinto  toco e beijo ...


encontro os meus laços na palavra ansiedade

no desígnio  feito  saudade no templo dos

sem ninguèm


os meus laços são como  o prazer recusado 

excomungado com o regresso de quem não

 ... vem ...

Voltar ?

Voltar è que seria  ilusão não há passado de regresso

sempre soube ... tristeza infinita que em mim coube


Cresce porèm longe em demasia a clarividência

foi iluminando o labirinto


os meus laços são como as tuas mãos

frias carentes de luz como seios de leite

insustentável com olhos alucinados  ...


desfolha a necessidade  que berra là  dos

paìses do Oriente   ...


 

Parti


 Preto no branco ... as vozes do silêncio

  Poetry Flowers ... as palavras que doem

em silêncio ... dedicados a Ana  Pereira

com um fretàrio  de paixão


   Parti sem segredo sem mapa nem sextante

  como se em mim se aloja - se um sabor

os meus laços são as embarcações perdidas

com as naves espaciais transviadas como

as rotas da inquietude e da solidão ...



Palavras Soltas


 a  Ana  Pereira


Fecham  ... os poços  cantam ao longo da sombra

com pulsos  vendados vendados e enigmas è uma

trave nos seus ombros o nome extremo ...


os teus olhos são cristais fogosos

cheios de amor transbordado de  ternura


como na areia a espuma branca a sucumbir

de amor ...


quinta-feira, 11 de março de 2021

Sentimentos Imlodidos


Dedicado  a Ana Pereira



             Emoções   Racionais  


Sentimentos desejos tão queridos e pensados demais

Pudera a noite romper acelerar estrada fora sem com

isso perder agora aqui


pudera a noite romper acelerar sem com isso perder


o aqui  e agora


e um louco desvario

sentir - te a beijar

o meu corpo frio esquecido

de amar


dedicado por amor a Ana Pereira

fausto fonseca preto no branco

as vozes do silêncio

Poetry Flowers

as palavras do silêncio

faustofonseca



quarta-feira, 10 de março de 2021

Lua adversa

Dedicado a  Ana Pereira



               Lua  adversa tenho fases como a lua

              fases  de vir a rua perdição da minha

             vida


            tenho fases de ser teu e tenho fases de ser 

            eu  e outras de ser sozinho


          fases que vão e vêm  no secreto calendário

           que um astrólogo arbitrário inventou para

           o meu  hirto e roda a melancolia seu  

          interminável fuso


       não me encontro com ninguém tenho fases

       como a tua

    

porque eu te amo

ès a sucessão do passado a constante do presente e o silêncio do futuro ès a palavra imaginada feita amor